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PEÇAS

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PEÇAS PARA SUA BICICLETA

As peças são fundamentais para o funcionamento correto da sua bike. Se algum dos componentes não estiver trabalhando corretamente você terá problema, pode ser de imediato ou futuramente.

Com o crescimento no mundo da bike as peças estão cada vez mais desenvolvidas, além da redução de peso que consequentemente melhoram o desempenho do ciclista.

 

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PRINCIPAIS DIFERENÇAS NAS PEÇAS DE SPEED - MTB

Os componentes variam conforme a modalidade praticada devido às condições do terreno e também ao posicionamento do ciclista no pedal.

A principal diferença entre as modalidades são:

- TROCADORES DE MARCHAS STI / TROCADORES DE MARCHAS: é utilizado o sistema STI na Speed que é o controle duplo (junto ao manete freio, realizando movimentos horizontais faz a troca de marcha) por questão de prática e segurança. No MTB é utilizado Grip Shifters que é junto na manopla e também o Rapid Fire (conhecido também como Ez Fire, Trigger Shifter) que possuem uma alavanca para o dedo polegar e outra para o dedo indicador.

                    

 

- GARFO RÍGIDO / SUSPENSÕES DIANTEIRAS: no Speed é utilizado o garfo rígido para que a bike seja firme e assim tenha uma maior potência na pedalada. No MTB o uso da suspensão dianteira se torna essencial para que se tenha conforto nas trilhas e terrenos acidentados.

                   

 

- PNEUS: na modalidade de Speed é utilizado pneu fino e liso para melhor desempenho e velocidade nas estradas. Já na categoria MTB é utilizado pneu grosso e com cravos para melhor aderência e segurança nas trilhas.

                   

 

- DISCOS DE FREIO: presente em bicicletas apenas de MTB que possuem sistema de frenagem a disco.

                        

 

- SUSPENSÕES TRASEIRAS: sistema utilizado em bicicletas superiores apenas de MTB .

                   

 

- FITA DE GUIDÃO: utilizado no guidão apenas de Speed.

                     

               

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PEÇAS PRINCIPAIS PARA MONTAR SUA BICICLETA

Você conhece todas as peças que compõem sua bicicleta?

Abaixo listaremos as peças presente na maioria das bikes.

1 – QUADROS: é o principal componente. O tamanho deve ser escolhido conforme a sua altura por questão de conforto e melhor rendimento na pedalada. Seu peso varia conforme o material e tecnologia. Nele é montada a garfo / suspensão, rodas, freios, mecanismos de transmissão, selim e movimento central.

                        

 

2 – GARFOS RÍGIDOS / SUSPENSÕES DIANTEIRAS: responsável por conectar-se com a roda dianteira e ao sistema de direção (guidão e mesa). Deve ser escolhida conforme a sua necessidade e o terreno onde irá pedalar.

                   

 

3 – SUSPENSÕES TRASEIRAS: utilizada nas modalidades que possuem terrenos acidentados e que causam grandes impactos. São conhecidas como Full Suspension por proporcionarem um sistema de amortecimento na traseira e na dianteira trazendo um maior conforto e controle nas trepidações e saltos.

                                

 

4 – RODAS: é formada por um grupo de peças que são os aros, os raios, cubos câmaras e pneus. Quando o pneu possui tecnologia tubeless não é utilizado câmara.

                    

AROS – É a estrutura para roda trabalhar (formato de grandes anéis). Onde a câmara e o pneu se moldam de forma rígida para rodar. Os cubos fazem ligação ao aro através dos raios e as rodas são fixadas por porcas ou blocagem.

                   

 

RAIOS – Pequenos tirantes em aço que fazem a ligação do aro com o cubo. É responsável por manter a roda rígida.

                   

 

CUBOS - Formado por um cartucho com rolamentos ou esferas com eixo. Fica localizado no centro da roda, faz com que a roda gire no seu próprio eixo e é responsável por fazer a ligação dos raios com o aro. São neles que os discos de freio são parafusados ou encaixados (no caso do modelo Free Hub). É fixado ao quadro e garfo através de porcas ou blocagem.

                   

 

PNEUS – Responsável por fazer o contato direto com o solo, desenvolvido em lona e/ou borracha é o principal componente para amortecimento das trepidações. Possui modelos de arame e também os kevlar que são dobráveis. Alguns pneus utilizam o sistema de câmara e os mais sofisticados possuem tecnologia tubeless onde é passado um selante internamente que dispensa o uso da câmara.  

                    

 

5 – PEDAIS: componente onde é apoiado ou clipado os pés do Ciclista. Fica fixo ao pedivela e é responsável pela estabilidade da potência da pedalada.

                   

 

6 – PEDIVELAS: faz a conexão dos pedais com o movimento central. É considerada a peça que possui maior integração com o ciclista.

                   

 

7 – MOVIMENTOS CENTRAIS: necessário para instalação da pedivela no quadro. É responsável pelo movimento de rotação que faz com que a transmissão seja acionada e assim a roda gire.

                   

 

8 – CORRENTES: é formada por um conjunto de elos metálicos e flexíveis. Faz a conexão do cassete / catraca com as coroas presas no pedivela que faz a função de movimentar a roda traseira através.

                   

 

9 –  CASSETES / CATRACAS: conjunto de anéis dentados (pinhão) que são fixados na roda livre do cubo traseiro. É responsável pela ligação com as coroas fixas no pedivela através da corrente. Com ele é regulado as marchas pesadas para maior velocidade ou também as leves para aliviar nas subidas.

                   

 

10 – PASSADORES DE MARCHAS: faz o acionamento de mudanças das engrenagens dos cassetes / catracas e coroas através dos cabos. Fixos no guidão geralmente possuem dois passadores: o esquerdo que faz a troca das marchas dianteiras e o da direita que realiza a troca das marchas traseiras.

                      

 

11 – CÂMBIOS DIANTEIROS: tem a função de realizar a mudança das marchas dianteiras através da troca da corrente entre as coroas fixas no pedivela. O máximo suportado pelo câmbio dianteiro são três coroas (3 velocidades).

                   

 

12 – CÂMBIOS TRASEIROS: tem a função de realizar a mudança das marchas traseiras através da troca da corrente entre o cassete / catraca fixo no cubo.

                   

 

13 – MANETES DE FREIOS: responsável pelo acionamento dos freios através da alavanca fixa no guidão. A esquerda aciona os freio dianteiro e a direita o freio traseiro.

                   

 

14 – FREIOS: item de segurança essencial que é acionado através dos manetes de freios que estão ligados pelos cabos ao sistema de frenagem. O acionamento faz com que as pastilhas se fechem e assim causem atrito reduzindo a velocidade. Os freios atuais variam desde os modelos V-brake (frenagem diretamente em contato com o aro), side pull (utilizado nas bikes de Speed – também com frenagem diretamente em contato com o aro), disco a disco mecânico e os mais sofisticados que são os freios a disco hidráulico.

                                 

 

15 – GUIDÕES: peça fixa a mesa de guidão é responsável por ordenar a direção da bicicleta. Essencial para que o ciclista tenha um melhor ajuste confortável em cima da bike, tendo diferença entre guidões de Speed e de MTB.

                       

 

16 –MESAS DE GUIDÃO: faz a conexão do guidão com a suspensão / garfo da bicicleta. Possui várias medidas e graus para que o ciclista escolha o que é compatível com a sua estatura e sua necessidade.

                   

 

17 – MANOPLAS: item colocado na ponta dos guidões para que o ciclista tenha conforto e firmeza no pedal. Fabricado em diversos materiais, maciez, cores, modelos para que o ciclista escolha a que mais lhe agrada em questão de estética.

                   

 

18 – CANOTES DE SELIM: peça que faz a fixação do selim e liga ao quadro da bicicleta. São responsáveis pela redução dos impactados e ergonomia. Através dele é possível fazer a regulagem de altura e angulação do banco.

                   

 

19 – SELINS: peça onde o ciclista acomoda-se em grande parte do pedal. É fundamental a escolha de um selim confortável para um melhor rendimento e também para que não tenha problema futuro devido má postura.

                   

 

20 – CABOS  E CONDUÍTES: os cabos de aço são responsáveis pelas trocas de marchas e em alguns casos para frenagem. São passados pelo interior dos conduítes mais rígidos os cabos dos câmbios para uma troca de marcha eficaz e também pela durabilidade. Já nos freios (quando não hidráulicos) os conduítes são mais flexíveis para proporcionar uma melhor frenagem.